terça-feira, 8 de abril de 2008

Células-tronco, a cura de várias doenças

As células-tronco podem originar outros tipos de células e promover a cura de diversas doenças.

A legislação brasileira sobre pesquisas com células-tronco de embriões humanos, já aprovada no Congresso Nacional, permite o uso dessas células para qualquer fim. Mas a lei de Biossegurança aguarda aprovação na Câmara dos Deputados.

Elas são células primitivas produzidas durante o desenvolvimento do organismo e que dão origem a outros tipos de células.

Com pesquisas em cima dessas células é possível produzir outras células e tecidos para terapias medicinais. Atualmente, órgãos e tecidos doados são freqüentemente usados para repor aqueles que estão doentes ou destruídos. Hoje, o número de pessoas que necessitam de um transplante excede muito o número de órgãos disponíveis para transplante.

Elas oferecem a possibilidade de uma fonte de reposição de células e tecidos para tratar um grande número de doenças incluindo o Mal de Parkinson, Alzheimer, traumatismo da medula espinhal, infarto, queimaduras, doenças do coração, diabetes, osteoartrite e artrite reumatóide.

A forma mais comum de obtenção destas células ainda é por meio de embriões congelados. Nesta técnica, óvulos fertilizados em clínicas de reprodução assistida se desenvolvem até o estágio conhecido como blastocisto. Após chegar a este estágio, o embrião é destruído e as células-tronco são removidas.

Com a possível aprovação da câmara dos deputados, a igreja católica acredita que utilização dessas células é uma espécie de clonagem. Muitas igrejas evangélicas e outros grupos também são contra a utilização de células-tronco embrionárias.

Já a população brasileira, sua maioria é a favor das pesquisas com células-tronco embrionárias para descobrir tratamentos para doenças graves, segundo levantamento feito pelo Ibope, com amostragem nacional, entre os dias 24 e 29 de janeiro. O total de pessoas que concordam totalmente com a liberação é de 75%. Já 20% afirmam concordar parcialmente.

Com o avanço em pesquisas referente as células tronco, há possibilidade de muitas vidas serem salvas. Para um doente, assim hoje não precisando necessáriamente de uma doação de algum órgão, dependendedo do caso, com o avanço nas pesquisas haverá reparos aos danos causados em seus órgãos com a ultilização de células tronco.

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